J.R. Schmaltz
poema

SEGUNDO VIGILANTE

4 de junho de 2003

Com a beleza do cinzel,

Ensina a rima do fio do corte.

Embora forte,

Na sutileza da beleza,

Se engrandece e chora.

 

Chora ao me ver crescer,

Chora o soletrar do poema. 

Sorri do despertar da palavra,

Que ao som do vento,

Ecoa por este nobre templo.

 

Como estrela guia,

Ao sul a brilhar.

Modela o espírito,

A frente do despertar,

Dia a dia a orientar.

 

Sua presença sentida,

É a beleza da ação.

Fiscaliza os trabalhos,

E nos faz repousar.

 

Sustentáculo do templo.

Por caminhos da investigação,

Nos ensina a voar.

Como um presente dos Deuses,

Sempre na lembrança estará.

 

O tempo passou, o que foi feito se fez.

Agora o aprendiz se formou e se vai.

Um degrau a mais na escada de Jacó.

 

De segundo apenas o nome

Pois, primeiro sempre será.

 

Muito obrigado irmão Enéa

J.R. Schmaltz
← Voltar para cadernos